Pálpebras flácidas

Um dos sinais de que a pele está sofrendo o processo de envelhecimento é a flacidez que ocorre nas pálpebras. Se você se olha no espelho e percebe que suas pálpebras estão caidinhas, com pele flácida e não tem coragem de fazer uma cirurgia plástica ou ainda não tem indicação precisa, saiba que existem muitos tratamentos - a maioria não invasivos -  disponíveis no consultório do dermatologista que podem melhorar esta situação. Quer saber como evitar e tratar o problema? Confira!

Foto: DIvulgação

Foto: DIvulgação

Porque as pálpebras ficam flácidas?

O processo natural de envelhecimento, a exposição solar e a falta de hidratação são os três principais motivos que levam à flacidez das pálpebras. Com o passar do tempo, a composição da pele se altera: o colágeno e fibras elásticas mudam de qualidade e quantidade, a pele fica mais fina e menos flexível, como um elástico que estica, mas não volta ao seu estado inicial.

 

Como evitar o quadro?

A genética, sem dúvida, é super importante na determinação da flacidez da pele. Afinal, ela tem grande influência na formação de colágeno do nosso corpo e também na velocidade de sua degradação. É possível retardar o problema ao usar cremes com ativos tensores, hidratantes e estimuladores de colágeno. E também é importante evitar traumatizar a pálpebra quando coçamos ou retiramos a maquiagem friccionando o local.

 

Como tratar a flacidez das pálpebras?

Existem tratamentos que podem ser feitos em consultório, como o laser de CO2 fracionado, radiofrequência, luz intensa pulsada, indução percutânea de colágeno por agulhas, além de alguns preenchimentos, como o de ácido hialurônico, e aplicação de toxina botulínica.

 É fundamental consulta com o dermatologista para saber qual o mais indicado para cada caso. Entre os procedimentos mais procurados podemos citar:

Laser de CO2

É um laser fracionado ablativo, ele atenua rugas, flacidez e melhora a textura da pele tratada. Durante o procedimento o feixe de luz atinge a pele, criando colunas de micro coagulação que fazem a retração da pele e estimulam a produção de novo colágeno. Como o tratamento é fracionado, apenas uma fração da superfície da pele é tratada pelo laser, deixando pequenas “pontes” de pele intacta. Esta técnica faz com que o processo de cicatrização seja muito mais rápido permitindo o retorno às atividades normais em menos tempo.

Radiofrequência monopolar

Essa tecnologia emite ondas de radiofrequência que aquecem as camadas mais profundas da pele, estimulando nova produção de colágeno. Os efeitos continuam a melhorar a pele até seis meses após um único tratamento dependendo da condição da pele e do processo natural de envelhecimento. Ela ajuda a tonificar a pele ao redor dos olhos e nas pálpebras.

Radiofrequência com microagulhamento

Esse procedimento realiza uma micro-ablação invisível por calor e por corrente elétrica através de um mecanismo de “micro pinos” para um procedimento seguro e sem sangramento. As agulhas passam pela superfície da pele sem efeito térmico, apenas emitindo elétrons no momento da ação.

Ultrassom microfocado

É um tratamento de ultrassom não cirúrgico. São aplicados pequenos depósitos de energia focada de ultrassom na profundidade certa sob a pele, de modo a obter o efeito desejado, mantendo a superfície da pele intacta. Esse aparelho estimula a produção de colágeno novo, com melhora do aspecto da pele. Os efeitos podem ser visíveis gradualmente até o sexto mês de tratamento, sendo indicada apenas uma sessão por ano.

Pele Dermatologia