Repelente

Com a chegada do período chuvoso e o aproximar do meio do ano, naturalmente as famílias costumam frequentar mais as áreas de campo e se protegem dos mosquitos e das doenças que podem transmitir, como a Zyka e a Dengue, com repelentes. No entanto é preciso ficar atento a algumas recomendações sobre o produto.

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Os repelentes agem formando uma nuvem de quatro centímetros que impede que os mosquitos toquem a pele. Para melhor efeito, recomenda-se que sejam aplicados por cima das roupas e que se evite áreas próximas aos olhos, nariz e boca. O produto deve ser a última coisa, após até do filtro solar, maquiagem e hidratante.

O primeiro alerta de uso vai para as grávidas. As picadas do Aedes Aegypt, mosquito transmissor das doenças citadas, são motivo de pavor entre as mulheres nesta fase e o uso dos repelentes foi indicado inclusive pelo Ministério da Saúde. Contudo, nem todos os tipos do produto são recomendados para as gestantes, além de cada marca ter um princípio ativo diferente e tempo de ação também. Durante os nove meses da gestação os indicados são os que tem a base de Icaridina, DEET e Citronela. Destes, o produto com menor tempo de ação é o Citronela, um composto natural que finda seu efeito em mais ou menos uma hora. Os demais agem de 6h a 10h após a aplicação.

Os princípios ativos Icaridina e DEET também podem ser utilizados em crianças a partir de 2 anos de idade, mas com uma ressalva: precisam constar em produtos de uso infantil. Outra substância recomendada para os pequenos é a IR3535 e é permitido o uso em bebês a partir dos seis meses. Após a aplicação, o ativo age de duas a quatro horas. Vale aqui mais um alerta: os repelentes em crianças devem ser utilizados apenas em situações especiais, como uma viagem, e também devem estar associados ao uso de roupas compridas, mosqueteiros e outros recursos.